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sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Séries // Gossip Girl

Existem séries que são intemporais e que, por mais que não nos identifiquemos com as mesmas, fazem com que tenhamos curiosidade em vê-las para saber porque se tornaram tão populares na altura em que foram lançadas. Entre a enorme lista de séries que encaixam nesta descrição podemos encontrar Gossip Girl, uma série que admito estar há algum tempo para ver e para descobrir o motivo de tanto alarido em torno de um drama juvenil e chegou finalmente o momento de o fazer.

Esta série começa com o retorno de Serena, uma das seis personagens principais, a Nova Iorque depois de um súbito e repentino desaparecimento. Este regresso rapidamente se torna o maior motivo de falatório no site de coscuvilhice do Upper East Side, escrito pela Gossip Girl, uma personagem com identidade incógnita. Lido por todos os membros do lado rico da cidade - e não só -, o site questiona as razões que levaram Serena a ausentar-se durante quase um ano. Este regresso é também questionado por Blair, a sua melhor amiga, que não sabia do paradeiro de Serena e que também exige justificações sobre o porquê do seu desaparecimento.


Não sei por onde começar com esta série, porque não consigo encontrar realmente nada de muito bom para dizer. Se na primeira temporada ainda conseguia manter-me presa por todo o drama circundante naturalmente às personagens, nas seguintes temporadas esse drama tornou-se excessivo e, francamente, demasiado repetitivo. Para mim esta série tem um grande defeito - não existe nenhuma personagem com a qual me consiga identificar. Seja pela atitude de nada os afectar ou pelo facto de acharem que por serem riquinhos são melhores que todos os outros, não consigo relacionar-me com as mesmas da forma que quereria e desejaria.

As personagens são bastante irritantes e inconstantes. Não sabem o que querem tanto a nível amoroso como a nível pessoal e interpessoal. Seja pela inconstância de Serena, que num dia namora com um e no dia a seguir namora com o vizinho do lado, pela vontade de Jenny de pertencer ao lado rico da cidade a todo o custo ou pela forma como Chuck reage quando colocado perante um problema, começamos a questionar a forma como as personagens foram construídas e encontramos incongruências claras no guião. Além disso, todos os problemas que estas têm são um tanto ou quanto irreais, o que torna a série um pouco aborrecida de ver porque seria pouco provável que algo do género acontecesse na realidade. Afinal de contas, a probabilidade de eu apanhar o meu professor envolvido num escândalo sexual ou conseguir chantagear pessoas influentes no mundo dos negócios é mínima, seja pela minha tenra idade ou por não ser assim tão simples desvendar um segredo dessa dimensão. Tendo em conta que esta é suposto ser uma série realista, perdemos um pouco o interesse na mesma pelas intrigas principais serem, tal como as personagens, mal construídas.

Como se a narrativa e as personagens já não bastassem, também a escolha de elenco não foi a melhor.  Os atores que interpretam as personagens principais desta série são medíocres e sem grande interesse a nível de performance em cena. Destaca-se a Leighton Meester, atriz que interpreta Blair, que dá à sua personagem a intensidade necessária para criar uma imagem de menina mimada, capaz de fazer tudo por amor e com um certo mistério por trás da sua capa de imbatível. Torna-se refrescante quando comparada com as restantes atuações dignas dos Morangos com Açúcar. No entanto, e depois de tecer tão maus comentários, tenho que elogiar a banda sonora da série, que vai mostrando umas belas opções musicais - Bon Iver, Feist ou Coldplay são algumas das bandas que podemos ouvir ao longo da trama -, e os figurinos das personagens que são de morrer por. Não posso deixar de fazer o reparo de que esta é uma série juvenil e, como tal, pode ser por isso que já não desperte em mim a emoção que outrora poderia despertar. Na minha opinião, e se gostam de séries juvenis, existem opções muito melhores - sugiro Skins, Skam, sobre a qual podem ler AQUI, My Mad Fat Diary ou até Girls - sendo esta um pouco mais pesada -, sobre a qual podem ler AQUI.

"You know you love me. Xoxo Gossip Girl"

Gostam de séries mais juvenis? Conhecem ou viam Gossip Girl?

terça-feira, 16 de outubro de 2018

A primeira vez que fui à Ópera

A minha bucket list para Erasmus está em constante crescimento à medida que surgem novas oportunidades, novas ideias e que o espírito aventureiro dentro de mim cresce sem fronteiras. Mas existe algo que esteve desde o primeiro momento na minha lista e que sabia que tinha que acontecer, desse por onde desse, e isso finalmente aconteceu. O título da publicação é bastante explícito - fui, pela primeira vez, assistir a uma ópera.

Se já tiveram curiosidade em ler a página sobre mim, sabem que eu sou uma eterna apaixonada pelas artes performativas, sendo elas de qualquer forma. Sendo a ópera uma arte tão caracteristicamente italiana, fazia todo sentido assistir à mesma na cidade que me acolherá durante 6 meses da minha vida. O problema que se avizinhava eram os bilhetes uma vez que, por ser um tipo de espetáculo com uma procura muito elevada, os preços disparam até quantias astronómicas. Como sabia disto, procurei por um teatro mais simples e por uma ópera menos conhecida e estava pronta para dar 50 euros pelos bilhetes quando recebo a mais agradável surpresa - a Erasmus Students Network convidava todos os alunos a juntarem-se a eles para assistir a La Finta Giardiniera no emblemático Teatro alla Scala por apenas 12 euros.

O Teatro alla Scala é o teatro de ópera principal de Milão e também o mais emblemático, constituindo uma das principais atrações turísticas da cidade. O seu interior é de cortar a respiração, com uma sala de espetáculos enorme e de uma beleza incomparável, uma acústica incrível e trabalhada de uma forma sublime. Não consigo descrever o que senti quando entrei no último andar com lugares para a ópera e olhei para toda a sala no seu esplendor. As luzes todas acesas, as pessoas a encaminharem-se para os seus lugares com o seu ar emproado, vestidas a rigor para um espetáculo que criara muitas expectativas no coração de todos.


A ópera que estava prestes a assistir foi composta por o conhecido compositor Wolfgang Amadeus Mozart e narra a história de um casal apaixonado que, no início, é separado por uma acção impulsiva de um deles mas que, pelas circunstâncias da vida, vê o seu destino a cruzar-se novamente. Conseguimos, assim, acompanhar o desenvolvimento da romântica história destas personagens, em paralelo com as personagens secundárias de toda a trama. No entanto, e tal como é característico de uma história lírica, todo o enredo é cantado de forma exagerada, dramatizada e com um impacto fortemente acentuado, acompanhado por uma orquestra ao vivo que dá vida às partituras clássicas, também elas dramáticas e que guiam a intenção da ação da personagem.

A experiência é de outro mundo. Apesar dos contratempos que apanhei nesta ida à ópera - a soprano principal estava doente e, portanto, foi substituída por outra voz, compreendendo-se perfeitamente que a atriz em palco estava a fazer playback durante a sua atuação -, e dos lugares em que fiquei não serem os melhores - ficando nos lugares mais acima e mais atrás, pelo preço reduzido, acabei por passar grande parte do espetáculo de pé para conseguir ver todas as dinâmicas que desenrolavam em palco -, foi incrível ouvir o primeiro soar dos instrumentos musicais, a primeira canção, o primeiro tenor a cantar em plenos pulmões para uma plateia que, no fim de cada ação, aplaudia fervorosamente e sentir os arrepios que me corriam pela espinha de cada vez que uma nota mais aguda era alcançada sem o menor esforço.

A duração da mesma foram 4 horas, tendo um intervalo a meio de 30 minutos, tornando-se menos cansativo. Os figurinos estavam conseguidos na perfeição e os cenários eram do mais realista que já vi - até as janelas abriam nas paredes. De realçar que, no final da ópera, o cenário acaba completamente destruído, o que exige uma constante manutenção do mesmo, tornando-o ainda mais especial. A movimentação em palco e a expressividade teatral dos atores que deram vida às 7 personagens em palco também deve ser elogiada, destacando Serpetta, a criada espevitada, que mostrava uma energia acima da média em palco - talvez pela personagem pouco convencional. E, apesar de não entender a maior parte da história em si ao longo da ópera, é impossível não nos deixarmos emocionar pela beleza que é esta arte e pela oportunidade que temos em poder presenciá-la. Se alguma vez tiverem essa oportunidade, vão à ópera. Não se irão, com certeza, arrepender.

Já alguma vez assistiram a uma ópera? Têm curiosidade?

sábado, 13 de outubro de 2018

12 Horas em Torino

Foi simples para mim decidir o primeiro destino ao qual iria a solo. A cidade de Torino pareceu-me lógica desde o primeiro momento em que comecei a traçar itinerários pela sua notoriedade, pela proximidade a Milão e pela quantidade enorme de atividades - e bastante variadas - que a mesma oferecia - desde museus a parques, passando pelas ruas tão características.

Foi assim que, pelas 7 da manhã do último fim-de-semana de Setembro, me pus a caminho de Torino com ajuda da Flixbus. Cheguei ao destino duas horas depois, ainda com algum sono mas cheia de vontade de conhecer a cidade. Decidi que a primeira coisa que queria visitar era o Musei Reali di Torino, ao qual pertence o Palazzo Reale, por ser um ponto mais turístico e de forma a evitar grandes filas na bilheteira. Dirigi-me, portanto, e um pouco às cegas - fui parar a uma das 4 feiras que vi ao todo durante a minha passagem pela cidade nesta tentativa de não recorrer ao telemóvel - à Piazza Castello, a praça onde encontramos a maioria dos museus da cidade, num conjunto de edifícios em tons claros.

Aqui adquiri o mapa da cidade com todos os pontos principais da cidade assinalados e confirmei a vontade que tinha de visitar o interior do Palazzo Reale. Sorte a minha do museu estar em celebrações e, portanto, paguei metade do bilhete - ou seja, apenas 3 euros. O bilhete na totalidade é 12 euros, havendo descontos para idosos, estudantes ou crianças e incluí-a a visita ao Palácio, à Cappella della Sacra Sindone, à Armeria Reale e a uma parte do Giardini Reali. Dizer-vos que estes 3 euros fizeram-se valer é pouco.


Tenho que admitir que as minhas expectativas já estavam elevadas após ter visto algumas fotografias do palácio pelo Instagram. Seria de esperar que essas expectativas fossem igualadas mas nunca superadas. E tal aconteceu. Com uma imensidão e uma grandeza ímpares, o Palácio Real é de cortar a respiração a cada sala distinta por onde passamos, desde o momento em que subimos as primeiras escadas, ornamentadas num estilo barroco e com frescos pelos tectos até aos jardins, onde terminamos o percurso, com um aspecto cuidado e com uma perfeita simetria.

Somos conduzidos, no interior do Palácio, a ver os aposentos do rei e da rainha, as salas de convívio, a sala do trono, a armaria - recheada de diferentes armaduras pertencentes aos diferentes estatutos sociais e os respetivos corceis, bem como diversos exemplos de armas utilizadas ao longo dos anos nas batalhas em nome da monarquia -, a sala de jantar ou a sala chinesa. Todas elas frescos incríveis desenhados nos tetos, paredes extremamente detalhadas, candeeiros de tecto do mais bonito que já vi e com semelhanças entre si, constituindo uma bonita harmonia entre as diversas salas que podemos visitar.

No final deste percurso, somos convidados a visitar a Cappella della Sacra Sindone, uma capela católica de estilo barroco extremamente trabalhada - como o estilo exige -, com algumas esculturas em mármore e em tons monocromáticos. Apesar de ser bastante bonita, deixa a desejar depois de toda a riqueza que presenciamos ao longo do interior do palácio. A mesma reação se coloca para os jardins reais que, apesar de terem imenso potencial e terem um espaço muito bonito e bem verdinho, acabam por perder um pouco porque não serem explorados da melhor forma. No entanto, penso que estavam em obras e, portanto, pode ser que seja uma das renovações à qual eles tomarão atenção.


Duas horas e poucos minutos depois, saí do Palazzo Reale com um lugar especial para este local no meu coração e rumei em direção à Porta Palatina, um antigo portão romano que permitia a passagem entre o lado norte da cidade e o centro da mesma. A imponência desta estrutura, toda em tijolo vermelho, constitui um marco histórico da cidade e, hoje em dia, serve como local de convívio para grupos de amigos nos jardins circundantes. Passada a porta, e algumas ruas depois, damos de caras com a Piazza della Republica que, nesse dia, estava cheia de barracas de feirantes - estilo feira de Carcavelos! Como devem perceber, não consegui ver quase nada da zona da praça mas vi alguns negócios nas várias barracas - não estivesse eu em contenção de custos e tinha voltado com um par de sapatos novos para casa -, mas deu para perceber que é uma das zonas mais citadinas da cidade, virada para o comércio local.

Posto isto, estava na hora de me dirigir ao segundo e último museu que sabia que tinha que visitar. Localizado no Mole Antonelliana, o Museu Nacional do Cinema despertou a minha atenção tanto pela temática que me interessa como pelo próprio monumento que, tal como o nome indica, é de dimensões extraordinárias e é observável de muitos dos pontos da cidade. Este museu mostra-nos o desenvolvimento e criação do cinema, a física por detrás do mesmo e a sua história. Com imensas salas diferentes adequadas a cada era do cinema, imensas atividades interativas com o utilizador, uma zona dedicada em exclusivo ao desenvolvimento sonoro dos filmes onde podemos deitar-nos e relaxar ao som das bandas sonoras mais badaladas e um hall of fame com alguns dos melhores clássicos do cinema, vale a pena visitar este museu que nos leva às diferentes décadas do cinema e nos faz palpitar o coração com amor pela sétima arte.


Seguiu-se a Via Po, com as suas arcadas tão características desta cidade e as lojas locais que termina na enorme Piazza Vittorio Veneto que, tal como a maior parte das casas ao longo de toda a cidade, tem casas com cores muito suaves e neutras como o branco e o bege, não sendo, de todo, característico das outras cidades italianas que já visitei. Com imensas esplanadas, lembrou-me ligeiramente o Terreiro do Paço - mas em qualidade inferior, claro - e deixou-me com saudades da minha terra. No final da praça e sobre o rio Po encontra-se a ponte Vittorio Emanuele I que liga os dois lados da cidade.

Se o lado histórico da cidade é plano, o mesmo não se pode dizer sobre o lado oposto da mesma. Cheio de grandes montes e ruelas com uma elevada inclinação, é no Monte dei Cappuccini que podemos ter uma vista abrangente sobre a cidade de Torino, caso não queiram visitar o Museu do Cinema. Infelizmente, não tive tempo de subir a esse monte mas consegui entrar na Gran Madre di Dio, uma igreja com uma fachada imponente mas que, no seu interior, se apresenta bastante simples. O mais bonito desta igreja é a vista que apresenta sobre a praça que deixámos do outro lado do rio e sobre a cidade - ainda que reduzida, por não ser um ponto muito alto.


A passagem para o lado de lá do rio não foi a mais proveitosa e, portanto, decidi seguir ao longo da margem do rio em direção a uma segunda ponte para passar para o local que mais ansiei durante todo o dia - o Parco del Valentino. Se vocês me conhecem, sabem que eu adoro a natureza e adoro pequenos parques para passear, relaxar um pouco e passar algum tempo a apreciar a vida. Por isso, fazia todo o sentido para mim priorizar o tempo neste parque e, agora que passou, agradeço que o tenha feito. O parque é enorme e no dia de sol que apanhei pude presenciar a verdadeira essência do mesmo - os jardins cheios de pessoas a relaxar, a conviver e a petiscar. Gargalhadas no ar, imensos cães a passear e uma paz indescritível. Aproveitei para me sentar um bocadinho, comer alguma coisa, ver algumas fotografias que tinha tirado e relaxar, também.

Neste parque encontram ainda o Orto Botanico e o Castello del Valentino, um ao lado do outro e ambos com entrada paga, o que fez com que não entrasse nos mesmos. No entanto, sinto que não foi uma perda significativa, uma vez que o tamanho do jardim botânico me pareceu bastante reduzido e sem grande variedade a nível de espécies de plantas e o castelo se encontrava encerrado - ou pelo menos assim o aparentava. Aquilo que eu mais queria ver no parque era o Borgo Medievale, uma vila medieval à beira rio que, em todas as pesquisas que fiz, era altamente aclamada. O problema? Não fazia ideia em que zona do parque se encontrava. Depois de 3 voltas àquilo que eu pensava ser o comprimento do parque sem encontrar a vila e já com vontade de desistir, fiz o esforço de dar uma última volta pelo parque e ainda bem que o fiz - encontrei o tão aguardado reino medieval. Com uma área muito pequenina e com lojas artesanais no interior, teletransporta-nos por minutos para uma era diferente e desperta-nos a vontade de conhecer mais locais assim.


Pensei em terminar esta jornada com uma bebida típica de Torin - um Bicerin. Feito de café, chocolate e natas, é uma bebida muito aconchegante porque é servida a escaldar e serve perfeitamente como lanche. Gostava de me lembrar do nome do café onde bebi o bicerin, porque tanto o espaço como o serviço eram incríveis mas a memória de Dory não o permite! Com isto, faltava cerca de 1 hora e meia para o meu autocarro partir e pouco mais para visitar. Decidi, portanto, dar uma olhadela à zona histórica da cidade, passando por dois locais onde ainda não tinha passado. As ruas estavam cheias de pessoas, turistas e italianos que, com o entardecer, procuravam regressar às suas casas e as ruas estavam repletas de artistas de rua. Confesso que o encanto foi diferente daquele que senti logo de manhã, quando por lá passei pela primeira vez. Ver o pôr-do-sol dourado sob os edifícios brancos, ouvir a música ambiente e a agitação da cidade deram uma sensação acolhedora àquelas ruas.

Começando pela Piazza San Carlo, uma praça pedestre com dimensões semelhantes à Piazza Castello mas com um encanto diferente. Todas as lojas de luxo que podemos encontrar ao pé das arcadas. A contrastar com os edifícios desta praça, umas ruas abaixo, encontramos o Palazzo Carignano, um palácio todo em tijolo vermelho trabalhado de uma forma sublime e que se destaca dos demais edifícios, apesar de se encontrar numa praça muito recatada. Foi aqui que dei por encerrada esta jornada e me pus a caminho da estação de autocarros, por entre cantos e acordes de guitarra dos artistas, para voltar a Milão com o coração recheado de memórias boas.


Confesso que sinto que não ficou nada por ver. Apesar de ter gostado de ter mais tempo para visitar mais alguns dos muitos museus que a cidade tem para oferecer - o Museo Egizio ou o Museu do Automóvel -, sinto que vi aqueles com os quais me identificava mais e que faziam mais sentido, tendo em conta a estadia curta. É uma cidade que, apesar de bastante grande, se vê relativamente bem num dia inteiro, desde que mantenham um bom ritmo entre exposições e não percam tempo com pormenores. Aliás, admito que até os meus pés sentiram que não ficou nada por ver, uma vez que, no regresso a Milão, teimaram em não entrar nos sapatos.

Ficaram curiosos com a cidade? Qual foi a atração que mais vos chamou a atenção?
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